“… O arroz de carreteiro chega e eu ainda nem comecei a partir a picanha suculenta , que me olha do prato. Leo se anima e inicia uma desenfreada comilança. Sobra farofa nos beiços, entorna o copo de suco, mas tudo bem. Ajeito meio comprimido de anticonvulsivante dentro de um pedaço de polenta e ele nem percebe. A outra metade vai no pudim de leite. “

” …Kadado, de olho no cronômetro, pede a conta.Quase engasgo com um pedaço de picanha ao alho, já fria,e roubo do Leo um pedaço do maldito pudim ,que -amarelinho e lindo- me atiça se oferecendo e erguendo os bracinhos.”

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